6 de maio de 2017

A dimensão dos universos que existem em nós

Eles dizem muito sobre as maravilhas que nos habitam e que não devemos destruí-las. Afinal, mesmo que imperceptíveis a olhos nus de seres insensíveis, a presença desses universos é singelamente sentida. E só quem muito se coloca disposto consegue enxergá-la. Mas o que seria a inserção de várias e várias galáxias em uma embalagem humana de alguns palmos de altura? Acredito que essa seja mais uma das diversas dúvidas que as ainda não conseguimos explicar. E nem a matemática conseguiu medir. E nem a biologia conseguiu compreender. E nem as línguas conseguiram descrever.

A fala que impressiona-nos guia-nos por este mundo dimensionalmente gigante das incertezas refere-se à não destruir o conjunto de jardins que há em cada um de nós porque uma meia dúzia de pessoas não consegue apreciá-los. Nem tudo são flores e nem todos se submetem a cheirá-las.

É tarefa dificultosa permanecer offline quando a vontade de saber o que eles vão pensar passa a ser insônia. Nesse caso, um chá em forma de autoconhecimento torna tudo mais quente e harmonioso. Ou gelado. O que importa é preservar o equilíbrio natural de tudo aquilo que você carrega. E mais uma vez, não tente limitar os infinitos do seu interior. Permaneça cultivando sementes e terá canteiros de gratidão. As melhores sensações possíveis são individuais. Não limite-se, amplia-se e saiba que tudo pode dar muito errado ou muito certo também.

Tu é como flor, que uma hora precisa de vaso e outrora de ser apalpada. As tuas raízes são a sua força, o seu corpo é a sua calmaria e, talvez, todos os espinhos sejam a sua proteção. Dentre mãos - ou chãos - você é, indiscutivelmente, sua melhor companhia.

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